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| BIBLIOTECA |
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| Retrato do artista quando coisa - 1998 |
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| Arranjos para assobio |
| BARROS, Manoel de. |
| 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 73 p. 1 ex. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2002 1 ex. |
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Este livro traz um glossário (que não é um mero Apêndice, mas, oh, contradição!, a espinha dorsal da obra) em que Manoel de Barros define o termo poeta como: Espécie de um vazadouro para contradições".
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| Cantigas por um passarinho à toa |
| BARROS, Manoel de. |
| Rio de Janeiro: Record, 2003. |
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Neste livro, Manoel de Barros se une à artista plástica Martha Barros. É a própria filha do escritor a responsável por transformar seus versos em imagens, levando o trabalho do poeta ao público infantil. Os versos ganham forma, força e cor no traço da ilustradora. Cantigas por um passarinho à toa apresenta uma oportunidade imperdível de apresentar às crianças a obra de um dos mais importantes poetas da literatura brasileira contemporânea. Martha Barros colabora, conseguindo o impressionante feito de desenhar os poemas infantis de Manoel. O resultado emociona pela beleza das imagens e delicadeza da poesia dedicada aos pequenos. |
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| Concerto a céu aberto para solos de ave |
| BARROS, Manoel de. |
| 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 63 p. 1 ex. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 63 p. 1 ex. |
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Manoel de Barros assume, em Concerto a céu aberto para solos de ave, a posição de leitor. Distancia-se e aprende com o avô-árvore-gramofone, autor dos cadernos de "apontamentos" e de "andarilho" que compõem este livro, o nada "mero" jogo sonoro e surreal de uma natureza transfeita em poesia. Entre garças, descobre a graça e a ironia do ilimitado das palavras, do "defeito" elementar de ficcionalizar o mundo. |
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| Compêndio para uso dos passáros |
| BARROS, Manoel de. |
| 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1999. 53 p. 2 exemplares. |
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Em Compêndio para uso dos pássaros, Manoel de Barros não deixa dúvidas quanto a viver em permanente estado de poesia. creio mesmo que, nos treze poemas que compõem o livro, encontra-se um programa de vida, onde o fazer literário é a chave para vôo sem limites. Tudo começa num sussuro de versos com a Água-mãe. Fruto formado, o menino desce ao fundo e retorna, ininterruptamente, carregando, no coração, imagens iluminadas de sol. Nasce o dia do poeta. Manoel acorda com o pássaro estelar e começa a escrever seu amor pela palavra, em agradecimento pelo carinho fartamente retribuído. |
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| Ensaios fotográficos |
| BARROS, Manoel de. |
| Rio de Janeiro: Record, 2000. 66 p. 1 ex. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. 66 p. 2 ex. |
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Ensaios fotográficos mistura árvores de Bach, une Maiakowski a passáros, mescla Shakespeare e Bunson aos pequenos seres manoelinos, combina Rabelais com as pedras. O poeta usa a idéia da imagem e da fotografia na busca do instante-nada das coisas, encarna um fotográfogo que retrata o silêncio, o perfume e o vento. |
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| Gramática expositiva do chão |
| BARROS, Manoel de. |
| 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1999. 53 p. 1 ex. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 53 p. 1 ex. |
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Reunião dos nove livros de poesia lançados pelo escritor de 1937 a 1989, entre eles "Poemas concebidos sem pecado", "Arranjos para assobio" e "O guardador de águas". A edição traz ainda quatro entrevistas que Manoel de Barros concedeu a jornais e revistas nos anos 70 e 80. |
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| Livro de pré-coisas: roteiro para uma excursão poética no Pantanal |
| BARROS, Manoel de. |
| Rio de Janeiro: Philobiblion, 1985. 94 p. 1 ex. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. 94 p. 1 ex. 3. |
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Aqui o organismo do poeta adoece a Natureza. De repente um homem derruba folhas. Sapo nu tem voz de arauto. Algumas ruínas enfrutam. Passam louros crepúsculos por dentro dos caramujos. |
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| Livro de pré-coisas: roteiro para uma excursão poética no Pantanal |
| BARROS, Manoel de. |
| 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. 94 p. |
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Aqui o organismo do poeta adoece a Natureza. De repente um homem derruba folhas. Sapo nu tem voz de arauto. Algumas ruínas enfrutam. Passam louros crepúsculos por dentro dos caramujos. |
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| Livro sobre nada |
| BARROS, Manoel de. |
| 8. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. 88 p. 1 ex. 11. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 88 p. 2 ex. |
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Quando há "nada" em jogos poéticos de Manoel de Barros tudo fica impregnado de significados insuspeitos, precisos, sob medida, para a imensidão de paisagens com suas modestas e variadas formas de vida. |
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| Livro sobre nada |
| BARROS, Manoel de. |
| 11. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 88 p. 2 exemplares. |
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Quando há "nada" em jogos poéticos de Manoel de Barros tudo fica impregnado de significados insuspeitos, precisos, sob medida, para a imensidão de paisagens com suas modestas e variadas formas de vida. |
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| Matéria de poesia. |
| BARROS, Manoel de. |
| 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1999. 69 p. 1 ex. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001. 69 p. 1 ex. |
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Sexto livro de poesia de Manoel de Barros, "Matéria de poesia" traz três longos poemas divididos em micro-textos que falam sobre as coisas e os bichos "desimportantes" que constituem a natureza da região do pantanal matogrossense.
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| O guardador das águas |
| BARROS, Manoel de. |
| 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 71 p.3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. 71 p. |
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Não nos enganemos: as águas que o poeta guarda não são límpidas, não são cristalinas como o que, a princípio, pode ser evocado pelo nome. Diferente do guardador de rebanhos Alberto Caeiro, que se pastor bucólico, o guardador das águas não é atraído pela beleza das coisas, mas pela doença delas. Aqui, nessa poesia de líquida matéria, o que se tem é menos o movimento das corredeiras e dos riachos que a mudez das águas retidas. As coisas que acontecem aqui acontecem paradas. Por isso, é da natureza dos mínimos seres aquáticos que o guardador vai nos falar. São as larvas, as rãs, os escorpiões de areia, os seres que habitam a líquida matéria. LÚCIA CASTELO BRANCO
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| O guardador das águas |
| BARROS, Manoel de. |
| 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 71 p. |
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Não nos enganemos: as águas que o poeta guarda não são límpidas, não são cristalinas como o que, a princípio, pode ser evocado pelo nome. Diferente do guardador de rebanhos Alberto Caeiro, que se pastor bucólico, o guardador das águas não é atraído pela beleza das coisas, mas pela doença delas. Aqui, nessa poesia de líquida matéria, o que se tem é menos o movimento das corredeiras e dos riachos que a mudez das águas retidas. As coisas que acontecem aqui acontecem paradas. Por isso, é da natureza dos mínimos seres aquáticos que o guardador vai nos falar. São as larvas, as rãs, os escorpiões de areia, os seres que habitam a líquida matéria. LÚCIA CASTELO BRANCO |
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| O livro das ignorãças |
| BARROS, Manoel de. |
| 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. 104 p. 1 ex. 11 ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 104 p. 2 ex. |
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Neste livro Manoel de Barros continua "entortando" as palavras. Certa vez ele disse a Guimarães Rosa: "Temos que enlouquecer o verbo, adoecê-lo de nós, a ponto que esse verbo possa transfigurar a natureza. Humanizá-la." |
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| Poeminhas pescados numa fala de João |
| BARROS, Manoel de. |
| Rio de Janeiro: Record, 2001. Não paginado |
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Poemas de João de Barros ilustrados por Ana Raquel, que tratam da natureza, das aventuras de um menino no rio, das estrelas e dos bichos. |
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| Poemas rupestres |
| BARROS, Manoel de. |
| Rio de Janeiro Record, 2004. 75 p. |
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"As palavras que são de lembrança, eu as situo lá pelos começos dos antos 80, quando recebemos, na redação do Suplemento Literário de Minas Gerais ainda sob o comando de Murilo Rubião, quatro ou cinco edições de seus livros. Edições modestas, semi-artesanais. E jamais poderei me esquecer da repercussão das páginas que lhe dedicamos no suplemento. Que poemas eram aqueles? De onde vinha aquele olhar de fonte, aquele olhar de primeira água? De onde vinham os usos e os engenhos daquele olhar sobre as coisas e as pré-coisas? Quem era aquele rapaz de flagar os primeiros rumores da língua, da "infância da língua"? Era o que todos nós perguntávamos. Mais de 20 anos depois, reencontro neste Poemas Rupestres o mesmo sobressalto da primeira hora. E o leitor, os leitores (também estou me dirigindo a eles) não terão sobressalto diferente. Para dizer a verdade, isto acontece a cada livro seu. Este menino que "pegou um olhar de pássaro" e que "contraiu visão Fontana", este menino vem de longe, e este menino, sábio dos "desacontecimentos", este é um menino "com o olhar furado de nascentes", que gosta de "atrelar palavras de rebanhos diferentes", com o intuito de causar distúbios no idioma? (...) - Paulinho Assunção |
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| Poemas concebidos sem pecado |
| BARROS, Manoel de. |
| 3. ed. Rio de Janeiro, 1999. 78 p. 1 ex. 4. ed. Rio de Janeiro, 2005. 78 p. 1 ex. |
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NASCE UM POETA - Antes de ser Manoel de Barros o poeta escreveu um autobiografia da infância e deu-lhe um título:Poemas concebidos sem pecado. Parece que foi lápor 1937. deve ter sido mesmo, porque os passarinhos não mentem. Nem as jias, as lagartixas, os passos-tristes, as sambixugas e outros viventes da lama e do ínfimo. Estes vieram depois. Mas custa um pouco acreditar que aos vinte anos ele já tivesse o dom. O dom de explicar as palavras pelos avessos, pelos fundilhos. ISMAEL CARDIN |
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| Retrato do artista quando coisa |
| BARROS, Manoel de. |
| Rio de Janeiro: Record, 1998. 81 p. 1 ex. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 81 p. 1 ex. |
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Manoel de Barros nos deixa em estado de "coisa" num livro de poesias onde o bom "é corromper os silêncios das palavras" e, com elas, urdir uma encantadora história, feita de personagens alegóricas. |
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| Tratado geral das grandezas do ínfimo |
| BARROS, Manoel de. |
| Rio de Janeiro: Record, 2001. 61 p. 1 ex. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. 61 p. 1 ex. |
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A sensibilidade de Manoel de Barros em um livro que revela imagens comoventes e surpreendentes do cotidiano, convidando o leitor a apreciar o mundo sob uma nova ótica. |
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